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FAQ
Os azeites virgem extra de sabor mais suave (frutado maduro), são ideais para o tempero de saladas e alimentos com sabor mais suave, bem como para a doçaria. Por outro lado, os alimentos com sabor mais marcado combinam com azeites virgem extra de sabor mais intenso (frutado verde ligeiro, médio ou intenso), sendo utilizados para a confeção de alguns molhos, por exemplo.
A cor verde do azeite está associada à maior ou menor presença de clorofila na azeitona (pigmento natural de cor verde), que não influi na qualidade sensorial do azeite, eventualmente pode conferir notas sensoriais mais amargas. Dependendo da variedade de azeitona e do seu grau de maturação, o nível de clorofila pode ser maior ou menos dando azeites mais esverdeados ou mais amarelos.
Sim, quanto mais “picante” for um azeite maior a presença de compostos fenólicos, os antioxidantes naturais do produto e, normalmente, indicativos de um azeite de boa qualidade. Esta característica está ainda muito associada à variedade, estágio de maturidade da azeitona quando colhida e procedimentos utilizados durante o seu processamento.
O azeite virgem extra é, muito provavelmente a gordura mais saudável cujo sumo da azeitona é extraído por um processo de pressão ou centrifugação, a baixa temperatura, logo após a colheita. O teor de ácidos gordos livres, expresso em ácido oleico e as suas qualidades tornam-no num ingrediente excelente e inigualável numa dieta saudável ou num plano para perder peso, pois inibe a acumulação de matéria adiposa na zona abdominal.
Por outro lado, a elevada concentração de gordura monoinsaturada, o ácido oleico, contribuiu para a redução do risco de doenças coronárias, para a redução do risco de doenças cardíacas, podendo ainda contribuir para regular os níveis de açúcar e de insulina no sangue.
Outro benefício do azeite virgem extra reside na sua capacidade de deslocar os ácidos gordos omega-6, não tendo qualquer efeito sobre os ácidos gordos omega-3, ajudando a provocar um equilíbrio mais saudável entre as gorduras omega-6 e as gorduras omega-3.
Assim, e ao contrário das gorduras saturadas, o azeite virgem extra reduz os valores totais de colesterol e lipoproteína de baixa densidade no sangue, sendo também conhecida a sua capacidade de baixar os níveis de açúcar no sangue e a pressão arterial. Contém antioxidantes tais como a vitamina E, carotenoides e oleuropeína, um químico que pode ajudar na prevenção da oxidação das partículas de lipoproteína de baixa densidade.
O azeite virgem extra contém uma grande variedade de antioxidantes que não se encontram noutros óleos, principalmente fenóis naturais com propriedades antioxidantes, os quais, ésteres de tirosol e hidroxitirosol, incluíndo oleocantal e oleuropeína, conferindo-lhe o sabor amargo e picante, sem qualquer processamento químico.
Sabe-se que o azeite virgem extra é uma fonte de, pelo menos, 30 compostos fenólicos, cuja composição tem vários benefícios medicinais.
Após extração, vários cientistas descobriram que o azeite apresenta uma concentração elevada de óleocantal, o qual produz um efeito anti-inflamatório com efeitos semelhantes ao ibuprofeno, medicamento não esteróidal e anti-inflamatório comum, sendo que quatro colheres de azeite conferem o equivalente a cerca de 10% da dose de ibuprofeno recomendada para alívio das dores num adulto.
Estudos revelam ainda que, o consumo equilibrado e prolongado de pequenas quantidades de azeite virgem extra poderá ser responsável, em parte, pela baixa incidência de doenças cardíacas associadas à dieta mediterrânea.
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